Criptografia e gestão de chaves com segurança em hardware para empresas que tratam informações críticas. Reduz risco de vazamento, simplifica a conformidade com LGPD e protege bancos de dados, aplicações e infraestrutura na nuvem ou no on-premises.
Se você responde a três ou mais com um sim, o seu nível de exposição já justifica a conversa.
Bases de clientes, registros financeiros, propriedade intelectual e logs internos guardados em colunas e arquivos sem proteção real.
Toda chave que vive em software também sobrevive a backups, snapshots e logs. Quem acessa um, acessa todos.
Demanda por relatórios de quem acessou, quando, com qual chave e para qual finalidade fica espalhada por planilhas e tickets.
Equipes evitam mexer no que está rodando, e chaves antigas continuam ativas por meses, ampliando a superfície de exposição.
Falta um modelo de privilégio mínimo aplicado às próprias chaves, então DBA, dev e operadores enxergam mais do que precisam.
Multa, perda de cliente e cobertura na imprensa após um incidente custam mais do que a solução que evitaria o problema.
Bancos, indústria, governo, infraestrutura e serviços financeiros.
A Kryptus combina hardware criptográfico certificado com uma camada de gestão centralizada. Suas aplicações continuam falando como sempre falaram, agora com proteção real por trás.
As chaves são geradas e ficam dentro do dispositivo certificado. Nem o sistema operacional, nem o time de TI, nem um atacante com acesso à máquina conseguem extraí-las.
Criação, rotação, revogação e expiração centralizadas. Sua equipe define a política e o sistema executa, com trilha de auditoria pronta para apresentar.
Conectores nativos para MySQL, PostgreSQL, SQL Server (TDE), aplicações, APIs, IoT e ambientes de virtualização. Cloud, on-premises ou híbrido.
Logs imutáveis, separação de funções e relatórios prontos para LGPD, ISO 27001, PCI DSS e GDPR. A auditoria deixa de ser uma corrida contra o relógio.
A maioria dos vazamentos publicados nos últimos anos atingiu empresas que confiavam em criptografia somente em software. Quem ataca o software também ataca a chave.
Pense no hardware como um cofre digital. O sistema operacional pede para o cofre assinar, decifrar ou autenticar uma operação. O cofre executa internamente e devolve o resultado. A chave nunca aparece para quem está do lado de fora.
Entender no meu contextoA Kryptus atende organizações dos setores que carregam o maior peso regulatório e operacional. Veja como a solução se encaixa no seu contexto.
Volume alto de dados sensíveis, fraude como ameaça permanente e auditoria praticamente contínua. A proteção por hardware reduz superfície de ataque e simplifica conformidade.
Operação 24x7, dispositivos espalhados em campo e cadeias de suprimentos com fornecedores diversos. A proteção por hardware fecha vetores de ataque que software sozinho não cobre.
Uma simulação do que ocorre quando uma empresa é atacada sem HSM. Depois, o mesmo ataque acontece com a Kryptus protegendo. Compare o resultado.
A maioria dos projetos entra em produção entre 4 e 12 semanas, dependendo do escopo, do número de aplicações integradas e do modelo escolhido (cloud, on-premises ou híbrido). O modelo as a service costuma ser o caminho mais rápido, com integração inicial em poucas semanas e expansão gradual.
Funciona com o que você já usa. A solução tem conectores para MySQL, PostgreSQL, SQL Server (incluindo TDE), Oracle, MongoDB, Kafka, ambientes Kubernetes e VMware, além de APIs padrão (PKCS#11, KMIP, REST) para aplicações próprias.
Não exige troca de banco, framework ou linguagem. Em geral, o que muda são os pontos onde sua aplicação pede uma operação criptográfica, que passam a falar com o cofre de chaves.
Faz sentido sempre que existem dados que sua empresa não pode perder e regulação que cobra evidência de proteção. O modelo as a service permite começar pagando por uso, sem investimento inicial em hardware, e expandir conforme a maturidade aumenta.
Sim. As topologias suportam alta disponibilidade, replicação geográfica e modos híbridos com failover automático. Para cargas regulatórias, é comum manter chaves em hardware no on-premises com integração à cloud, garantindo continuidade mesmo em incidentes de rede.
A gestão centralizada gera trilha de auditoria com tudo que importa: quem acessou qual chave, quando, para qual finalidade, com qual aprovação. Os relatórios já vêm no formato que auditores e reguladores pedem, reduzindo o tempo de preparação e a fricção interna.
O hardware da linha de proteção de dados da Kryptus possui certificações Common Criteria e FIPS, além de aderência às ISOs 27001, 27701 e 20000-1, e o reconhecimento pelo Ministério da Defesa do Brasil como produto estratégico de defesa.
O caminho mais simples é uma conversa inicial com um especialista. Em uma reunião de cerca de 30 minutos, mapeamos seu cenário (volume, regulação aplicável, stack atual), apontamos onde a solução teria maior impacto e desenhamos o próximo passo.
Em uma reunião curta, um especialista da Kryptus mapeia o seu cenário (dados críticos, regulação aplicável e stack atual), aponta as três frentes de maior impacto e indica o caminho mais rápido para chegar a um nível de proteção comparável ao de bancos e infraestrutura crítica.
Retorno em até 1 dia útil. Seus dados são tratados conforme a LGPD.